Muito obrigado por sua Insignificância.
Hoje eu me lembro de todas as suas palavras e promessas quebradas...
Lembro-me de teu sorriso leviano e de teus olhos opacos...
Lembro das horas a fio onde parecia que o mundo parava e girava em torno daquele momento...
Lembro e só sinto saudade da felicidade estonteante que tomava conta de mim...
Saudade da alegria que se fazia presente na minha vida.. Saudade da felicidade que eu tinha...
Hoje eu vejo que tu foste apenas uma aprendizagem...
Agora eu percebo que palavras são só palavras, e que estas que não tem a mínima obrigação de serem verdadeiras...
Que gestos são apenas uma forma de demonstrar o momento... E não uma eternidade...
Pessoas são cruéis e simplesmente não se importam com o que tu consideras essencial...
Tudo isso é invisível aos olhos, e é apenas sentindo a dor que compreendemos o quanto ela é forte e verdadeira.
Hoje eu vejo que tudo o que passou não teve sentindo. Você nunca teve paz...
O que para mim era único para você era só mais um...
Poderíamos ter vivido nossa história secreta... Nossa vida perfeita...
Agora palavras caem no vazio e momentos no esquecimento...
Às vezes eu me pergunto por onde anda você...
Devolva todas as palavras que um dia eu te falei... Todos os meus sonhos irreais.
Traga de volta tudo que levou de mim...
Traga de volta a pessoa sonhadora que acreditava na bondade... Que acreditava no amor...
Devolva o tempo que eu perdi...
Eu estou novamente no meu própio inferno pessoal... onde tudo começou e terminou...
Agora eu faço dos meus erros um lugar melhor pra mim...
Aprendo a não fazer meus planos em torno de alguém.
Hoje eu conheço a solidão e sei como conviver com ela.
Por mais que o tombo seja grande, levantar-se é sempre mais glorioso...
Olhar para traz e ver que foi melhor assim... Que a queda só serve para nos mostrar que sempre é possível levantar...
Você me fez ver a vida como ela realmente é... Fez-me caminhar com minhas próprias pernas...
E sabe qual o melhor de tudo?
Hoje eu estou feliz.. e nessa felicidade toda não sei se há mais lugar para você...
-> Não é meu, mas é perfeito! ;o)
Segunda-feira, 13 de Julho de 2009
Sexta-feira, 22 de Maio de 2009
Caraca!
Desde dezembro sem atualizar???
Puxa... Estou tão ocupada criando perfis falsos no orkut para "infernizar" a vida dos outros que até esqueci de vir aqui...
Brincadeiras a parte... Nada de novo no front...
Muito trabalho, muita correria... Paixões...
Depois eu volto com calma!
Puxa... Estou tão ocupada criando perfis falsos no orkut para "infernizar" a vida dos outros que até esqueci de vir aqui...
Brincadeiras a parte... Nada de novo no front...
Muito trabalho, muita correria... Paixões...
Depois eu volto com calma!
Quarta-feira, 31 de Dezembro de 2008

Era uma vez um ano de 2008! Veio acompanhado de MUITAS mudanças... Uma nova casa, a realização de um sonho! Um novo emprego, a perspectiva de um crescimento! Um ano em que algumas das metas foram atingidas, outras não... Mas, de modo geral, um bom ano! Um ano com a presença de novas pessoas, o fortalecimento de antigas amizades... Um ano com frequentes visitas ao hospital, mas sempre facilmente resolvíveis! Um ano com "perda quase total" do PC...
2008 me trouxe tantas surpresas boas! Seu final então!!! Como agradecer a Papai do Céu por tantas alegrias? Por ter me dado, na noite de Natal (praticamente) o presente que eu pedi a ele, sem tirar nem pôr! Por ter feito esse presente ainda querer se manter na minha vida, ao menos mais um pouquinho... Ui! Pelo visto, 2009 começa quente no campo afetivo!
Não vou traçar muitas metas para o ano! Que ele seja um ano MARAVILHOSO! E que saibamos reconhecer as bençãos que nos são dadas!
Um beijo grande a todos os poucos leitores daqui! E que tenhamos, todos, um excelente 2009!
Terça-feira, 16 de Dezembro de 2008
Relacionamentos
Nos últimos tempos, a palavra de ordem tem sido "relacionamentos". Sempre fui uma pessoa de me relacionar; muito mais do que de ter "one night-stand's" e sexos casuais. E isso não muda de uma hora para outra (e nem há motivo para).O que acontece é que a gente passa por fases. E cada uma dessas fases é um processo de auto-conhecimento, de amadurecimento e de crescimento pessoal. Em alguns momentos, estamos mais propícios a um maior número de parceiros; em outros a descobrir um maior leque de possibilidades, diferentes das convencionais... E por aí vai. Muita gente, que nos conhece apenas durante alguns "intervalos" nos julga apenas por aquele breve instante, sem se preocupar com toda a carga que está embaladinha dentro da mala que carregamos conosco para tudo quanto é lado!
Particularmente, não sei definir com precisão o intervalo em que me encontro neste momento. Já me disseram que estou "dando um tempo na minha busca" e me abrindo para novas possibilidades, mas ainda buscando. Gostei.
Qual é a minha busca? É a de todos nós! Tentar encontrar o tempero certo para a vida! Achar quem me ajude na delicada e deliciosa tarefa de temperar o dia a dia! Engraçado que ultimamente tenho pensado na vida, seja a vida a dois ou não, analogamente ao processo de cozinhar. E, se pararmos para pensar, faz um certo sentido. Quer ver?
Se entrarmos em uma livraria, encontraremos uma enorme seção de livros de auto-ajuda. Eu penso neles como receitas; manuais. São tentativas de se fazer um "manual de como viver", transformar a vida em uma receita pronta. Funciona? Talvez para alguns... Não para mim...
Se falta bom senso, as receitas (tanto as culinárias como as da vida) podem desandar, mesmo tendo-se feito exatamente o que foi instruído. O segredo da boa culinária, assim como o da boa vida, é saber dosar os temperos que iremos adicionar; bem como saber a hora certa de colocá-los na panela... Não é tarefa fácil! Em alguns momentos, exageramos em alguns ingredientes, deixamos faltar outros... Mas com humildade, respeito e cumplicidade, a gente acerta! E faz dessa vida uma deliciosa receita, que é única e intransponível para o papel por meio da linguagem escrita!
A vida só pode ser vivida e sentida! É querer demais que sejamos capazes de narrá-la!
Quinta-feira, 6 de Novembro de 2008
Desempenho ocupacional
O dono de um açougue foi surpreendido pela entrada de um cão no seu estabelecimento. Enxotou-o, mas o cão voltou logo em seguida. Ao tentar espantá-lo mais uma vez, reparou que o cão trazia um bilhete na boca. Ele pegou o bilhete e leu: Pode mandar-me 12 salsichas e uma perna de carneiro, por favor?
O cão trazia também dinheiro na boca, uma nota de 50 euros. O açougueiro pegou o dinheiro, pôs as salsichas e a perna de carneiro num saco e colocou tudo na boca do cão.Este começou a descer a rua e, quando chegou ao cruzamento, depositou o saco no chão, pulou e apertou o botão para o sinal ficar verde.O açougueiro ficou realmente impressionado. Como já estava na hora, decidiu fechar a loja e seguir o cão.
Este atravessou a rua e caminhou até uma parada de ônibus, sempre com o açougueiro a segui-lo. Esperou pacientemente com o saco na boca que o sinal fechasse e pudesse atravessar. Na parada, o cão sentou-se no banco, esperando o ônibus.
Quando um chegou, o cão foi até à frente para conferir o número e voltou para o seu lugar. Outro ônibus chegou e ele tornou a olhar, viu que aquele era o número certo. O açougueiro, boquiaberto, seguiu o cão. Mais adiante este levantou-se, ficou em pé nas duas patas traseiras e apertou o botão para mandar parar o ônibus, tudo isso com as compras ainda na boca.
O açougueiro e o cão saltaram e foram caminhando pela rua até que o cão parou à porta de uma casa e pôs as compras no passeio. Então virou-se um pouco, correu e atirou-se contra a porta. Tornou a fazer o mesmo mas ninguém respondeu.
Então contornou a casa, pulou um muro baixo, foi até à janela e começou a bater com a cabeça no vidro várias vezes.Caminhou de volta para a porta e, de repente, um cara enorme abriu a porta e começou a espancar o bicho.
O açougueiro correu até ao homem e impediu-o dizendo: 'Deus do céu homem, o que é que você está fazendo? O seu cão é um gênio!'
O homem respondeu: 'Um gênio? Esta é a segunda vez esta semana que este cão estúpido se esquece da chave!'.
Moral da história?
Você pode exceder todas as expectativas, mas a sua avaliação depende sempre da competência de quem o avalia.
-> Texto recebido por email, de autoria desconhecida... Achei que valia a pena...
O cão trazia também dinheiro na boca, uma nota de 50 euros. O açougueiro pegou o dinheiro, pôs as salsichas e a perna de carneiro num saco e colocou tudo na boca do cão.Este começou a descer a rua e, quando chegou ao cruzamento, depositou o saco no chão, pulou e apertou o botão para o sinal ficar verde.O açougueiro ficou realmente impressionado. Como já estava na hora, decidiu fechar a loja e seguir o cão.
Este atravessou a rua e caminhou até uma parada de ônibus, sempre com o açougueiro a segui-lo. Esperou pacientemente com o saco na boca que o sinal fechasse e pudesse atravessar. Na parada, o cão sentou-se no banco, esperando o ônibus.
Quando um chegou, o cão foi até à frente para conferir o número e voltou para o seu lugar. Outro ônibus chegou e ele tornou a olhar, viu que aquele era o número certo. O açougueiro, boquiaberto, seguiu o cão. Mais adiante este levantou-se, ficou em pé nas duas patas traseiras e apertou o botão para mandar parar o ônibus, tudo isso com as compras ainda na boca.
O açougueiro e o cão saltaram e foram caminhando pela rua até que o cão parou à porta de uma casa e pôs as compras no passeio. Então virou-se um pouco, correu e atirou-se contra a porta. Tornou a fazer o mesmo mas ninguém respondeu.
Então contornou a casa, pulou um muro baixo, foi até à janela e começou a bater com a cabeça no vidro várias vezes.Caminhou de volta para a porta e, de repente, um cara enorme abriu a porta e começou a espancar o bicho.
O açougueiro correu até ao homem e impediu-o dizendo: 'Deus do céu homem, o que é que você está fazendo? O seu cão é um gênio!'
O homem respondeu: 'Um gênio? Esta é a segunda vez esta semana que este cão estúpido se esquece da chave!'.
Moral da história?
Você pode exceder todas as expectativas, mas a sua avaliação depende sempre da competência de quem o avalia.
-> Texto recebido por email, de autoria desconhecida... Achei que valia a pena...
Quinta-feira, 30 de Outubro de 2008
O conselho de escrever para desabafar já é antigo. Veio em momento de grande insatisfação com algumas questões pessoais, em especial no que se referia à relação que estava em andamento.
Sinceramente? Não acho que o simples fato de colocar as questões para fora as resolva. Pode até aliviar um pouco a tensão; mas se a insatisfação reside no comportamento de outrem, só será plenamente resolvida com DIÁLOGO!
Então... Qual o propósito deste espaço? TREINO!!! Treinar ser mais firme (sou altamente reticente e pouco conclusiva no que diz respeito à expressão de meus próprios sentimentos), ser mais capaz de me expressar com maior clareza. Algumas características a gente não muda nunca, mas podemos ser capazes de minimizar os "efeitos colaterais" advindos delas. Para quem é tímido, se colocar é uma das coisas mais difíceis que existe; mesmo com o anonimato (ou seria pseudo-anonimato?) que a realidade virtual proporciona.
E quando somos tímidos e com altíssimo grau de exigência consigo mesmo? Aí a coisa complica mais ainda! Cada texto tem que passar por 20 revisões (mesmo sabendo que ninguém vai ler). A necessidade de ouvir críticas construtivas, focadas no aspecto positivo pode vir a ser grande. Mas o momento não permite fraquezas!
O momento exige serenidade, sensatez. Exige que eu verbalize, indique e aconselhe tudo aquilo que eu mesma gostaria/precisaria escutar. E nesse momento, percebo uma psicoligização/psiquiatrização de angústias, daquelas que surgem por dúvidas e obstáculos que a vida nos impõe diariamente. Em espaços criados para debate sobre os mais diversos assuntos, o que se observa é uma avalanche de questionamentos do tipo: "eu já não amo mais meu (minha) namorado(a) como antes. O que faço?" "Que cor de lingerie eu compro?".
As pessoas parecem ter perdido a autonomia. O medo de errar é tamanho que não se faz absolutamente mais nada sem o aval do outro. Não questiono a importância das conversas, discussões e debates entre grupos de amigos. No entanto, o que eu me questiono é o que leva as pessoas a procurarem o aval de quem jamais viu; daqueles com quem jamais trocou uma idéia; de quem nada sabe sobre o contexto mais amplo em que sua dúvida está inserida. Não sabe nada sobre sua criação, formação, crenças e caminhos antes trilhados até levá-lo até aquele momento.
Não sei ao certo o quanto essa inquietação minha é reflexo do post que está logo abaixo deste. Talvez o filme (e o "ter dormido com ele") apenas tenham ajudado a tornar palpável estas questões. Há alguns dias eu comecei a participar dos debates em um fórum sobre relacionamentos. Mas ao fim de uma semana, me incomoda a quantidade de tópicos buscando respostas rápidas e prontas e o aval de desconhecidos.
No filme "Noites de tormenta", em um determinado momento há uma discussão entre os personagens principais e, no calor da mesma, surge o seguinte questionamento: "Quem é você de fato?"e é dito, de uma forma ou de outra, durante todo o filme, para que seja resgatada a essência de cada um. Que, muitas vezes, acabamos por vestir a máscara daquilo que esperam que sejamos, dos nossos papéis sociais, tão bem, que esquecemos quem realmente somos. Será que não está na hora de resgatarmos aquela pessoa que está por trás da máscara? Aquela que, de fato, somos? Será que não está na hora de reconhecermos nossas forças e fraquezas, sem precisarmos do escudo virtual? E, com isso, reconhecer o que desejamos, o que possuímos, o que somos capazes de possuir e o que merecemos?
Afinal, como bem diz Fernando Pessoa: "Sou o intervalo entre o que desejo ser e os outros me fizeram".
Sinceramente? Não acho que o simples fato de colocar as questões para fora as resolva. Pode até aliviar um pouco a tensão; mas se a insatisfação reside no comportamento de outrem, só será plenamente resolvida com DIÁLOGO!
Então... Qual o propósito deste espaço? TREINO!!! Treinar ser mais firme (sou altamente reticente e pouco conclusiva no que diz respeito à expressão de meus próprios sentimentos), ser mais capaz de me expressar com maior clareza. Algumas características a gente não muda nunca, mas podemos ser capazes de minimizar os "efeitos colaterais" advindos delas. Para quem é tímido, se colocar é uma das coisas mais difíceis que existe; mesmo com o anonimato (ou seria pseudo-anonimato?) que a realidade virtual proporciona.
E quando somos tímidos e com altíssimo grau de exigência consigo mesmo? Aí a coisa complica mais ainda! Cada texto tem que passar por 20 revisões (mesmo sabendo que ninguém vai ler). A necessidade de ouvir críticas construtivas, focadas no aspecto positivo pode vir a ser grande. Mas o momento não permite fraquezas!
O momento exige serenidade, sensatez. Exige que eu verbalize, indique e aconselhe tudo aquilo que eu mesma gostaria/precisaria escutar. E nesse momento, percebo uma psicoligização/psiquiatrização de angústias, daquelas que surgem por dúvidas e obstáculos que a vida nos impõe diariamente. Em espaços criados para debate sobre os mais diversos assuntos, o que se observa é uma avalanche de questionamentos do tipo: "eu já não amo mais meu (minha) namorado(a) como antes. O que faço?" "Que cor de lingerie eu compro?".
As pessoas parecem ter perdido a autonomia. O medo de errar é tamanho que não se faz absolutamente mais nada sem o aval do outro. Não questiono a importância das conversas, discussões e debates entre grupos de amigos. No entanto, o que eu me questiono é o que leva as pessoas a procurarem o aval de quem jamais viu; daqueles com quem jamais trocou uma idéia; de quem nada sabe sobre o contexto mais amplo em que sua dúvida está inserida. Não sabe nada sobre sua criação, formação, crenças e caminhos antes trilhados até levá-lo até aquele momento.
Não sei ao certo o quanto essa inquietação minha é reflexo do post que está logo abaixo deste. Talvez o filme (e o "ter dormido com ele") apenas tenham ajudado a tornar palpável estas questões. Há alguns dias eu comecei a participar dos debates em um fórum sobre relacionamentos. Mas ao fim de uma semana, me incomoda a quantidade de tópicos buscando respostas rápidas e prontas e o aval de desconhecidos.
No filme "Noites de tormenta", em um determinado momento há uma discussão entre os personagens principais e, no calor da mesma, surge o seguinte questionamento: "Quem é você de fato?"e é dito, de uma forma ou de outra, durante todo o filme, para que seja resgatada a essência de cada um. Que, muitas vezes, acabamos por vestir a máscara daquilo que esperam que sejamos, dos nossos papéis sociais, tão bem, que esquecemos quem realmente somos. Será que não está na hora de resgatarmos aquela pessoa que está por trás da máscara? Aquela que, de fato, somos? Será que não está na hora de reconhecermos nossas forças e fraquezas, sem precisarmos do escudo virtual? E, com isso, reconhecer o que desejamos, o que possuímos, o que somos capazes de possuir e o que merecemos?
Afinal, como bem diz Fernando Pessoa: "Sou o intervalo entre o que desejo ser e os outros me fizeram".
Terça-feira, 28 de Outubro de 2008
Noites de tormenta
"Adrienne (Diane Lane) é uma mulher que tentar decidir se deve ou não permanecer no seu casamento. Sua vida muda quando conhece Paul (Richard Gere), um médico que está viajando para tentar se reconciliar com o seu filho, durante um fim de semana na pousada em uma praia da Carolina do Norte."O filme é muito mais do que isso... O filme é redescobrir-se...
É sobre "nunca esquecer de quem você realmente é" e se permitir estar próximo a alguém que te proporcione ser isso! Alguém com quem você possa ser 100% você, com todas sua força, suas fraquezas... Suas qualidades e defeitos...
Alguém que te estenda a mão quando necessário... Que te acompanha nos momentos difíceis... Que está ao seu lado, te dando apoio quando você mesmo não sabe que precisa deste apoio!
É sobre descobrir que existem vários tipos de amor, mas que existe um que te dá a força para você ser melhor; para você ser o seu melhor! E que você merece nada menos do que isso!
Assinar:
Postagens (Atom)
